segunda-feira, 4 de abril de 2011

Desiludida sim; desesperançosa, jamais!

A semana não começou como previsto, mas se a vida nos dá limões, façamos limonadas!

Toda segunda-feira, reunimo-nos em prece para que as coisas fluam positivamente no escritório e em nossas vidas. Tem funcionado: as nuvens já não são mais tão sombrias. Porém, há sempres "testes" de resiliência. 

Não explicitarei os pormenores por questões éticas... só digo que fiquei das 10h às 15h absolutamente contida, para não desabar em prantos, o que ocorreu na primeira oportunidade em que fiquei sozinha e bem longe do trabalho. 

Há em mim um sentimento profundo de mágoa diante das circunstâncias da reunião, da qual me ausentei por absoluta incapacidade de recomposição. Dois rounds seguidos são dose para elefante! Hoje estou mais para formiga...

Positivamente - ou não - um distinto colega demonstrou grande preocupação por telefone, inquirindo minha localização e oferecendo seus préstimos para me conduzir. Ainda que aos soluções, agradeci e fui chamada de orgulhosa, rsrsrs, porque estava recusando o auxílio. 

Well, a bem da verdade, a justificativa para a ausência na segunda parte da reunião foi o joelho (que, de fato, estava quase que gritando suas lamúrias a quem quisesse ouvir), não foi o motivo real da falta. O caso é emocional mesmo, mágoa, ressentimento. Assustadoramente, o quadro positivo tornou-se um fardo, do qual pretendo abrir mão em breve.

Por sinal, quem souber de escritórios e/ou empresas em busca de profissionais de Direito (minha "praia", até segunda ordem), e puder/quiser me indicar, ficarei imensamente grata. Não se pode trabalhar triste, insatisfeita, sentindo-se desmerecida e desvalorizada. (ah! um aparte aqui: duas colegas de trabalho disseram que certamente há uma justificativa plausível para a atitude do empresário... que devo interpelá-lo sobre os "ferimentos" emocionais que me foram impelidos... pretendo, sim, fazer isso. Mas só quando conseguir estabelecer um diálogo sem lágrimas convulsivas.)

Às vezes me pego pensando o que Anny faria diante desse quadro... o que ele acharia das atitudes e medidas adotadas, da forma como as coisas estão sendo conduzidas, especialmente em relação ao prejeto "filho" dela... creio que ela não suportaria tamanha dor. Mas, foi melhor assim... onde ela estiver, que esteja amparada e protegida dos reflexos das atitudes terrenas.