domingo, 8 de agosto de 2010

Um novo hobby

O fato é que o UFC (Ultimate Fighting Championship) me conquistou. A minha distinta irmã diz que isso é influência do namorido. Bom, de fato, ele quem me apresentou a esse esporte bacanésimo, que reúne atletas de altíssimo nível, experts em artes marciais tipo jiu-jitsu, luta olímpica, muay-thai, boxe, etc. Cidadãos que, ao contrário dos nossos "atletas" futebolísticos, possuem rotinas de treino árduas, estilo de vida totalmente adaptado em razão dos treinos, whatever.

Comecei o namoro pelo Sensei Sportv, que desmistificou a ideia que, acredito eu, seja a da maioria da população: a de que lutadores são valentões, brigões de rua. Fui surpreendida pelas reportagens com essa galera, pela campanha "Não brigue, lute". E uma propaganda do Sportv Combate derreteu meu coraçãozinho, rsrsrs: 


Não pare. Prepare-se.
Não ceda. Exceda.
Não se desespere. Supere-se.
Não desista. Resista.
Não provoque. Prove.

Diga sim ao espírito esportivo.



Se tem um esporte no qual existe, de fato, o tal Fair Play, é esse de artes marciais. Desculpem-me a ignorância de generalizar, utilizando a expressão artes marciais. Os caras arrancam sangue uns dos outros, mas quando tudo acaba, via de regra, existe uma preocupação com a integridade física do oponente. 

Outra coisa senseicional (trocadilho do programa supra mencionado) é a possibilidade de estar perdendo todos os rounds, e por um golpe do destino (rsrsrs, trocadilho infame, admito!), finalizar o adversário. Foi o que o Anderson Silva fez ontem. 

Por causa desse cretino, rsrs, fui dormir ontem (melhor dizendo, hoje), 2h. Confesso que o fato de estar perdendo me fez virar pro lado no terceiro round, colocar meu tapa-olho e tentar, a todo custo, dormir para não ver o terceiro brasileiro da noite Brasil X USA levar um couro, rs. Namorido, claro, revoltado com a minha atitude.

Confesso: só gosto de ver a luta enquanto o meu "ídolo" está vencendo. 

E nessa, só consegui ver a finalização por causa do replay. Agora, a forma sutil como o amado me fez  entender/perceber que o Aranha havia garantido o cinturão foi cômica: levei um "golpe" na linha da cintura, já que estava deitada de lado e de costas para ele, isso significa que a região atingida foi a da famosa "borda de catupiry" (aquela gordurinha que insiste em permanecer instalada nas laterais abaixo da cintura). 

Não consegui comemorar a manutenção do cinturão, porque o golpe no meu cinturão (de banha!) doeu pacas. Enquanto o campeão se reerguia, eu chorava. De dor. Rsrsrsrsrs.

As lágrimas me renderam carinhos e mimos até que a dor se esvaisse. Dormi, feliz da vida, por ter assistido ao meu esporte preferido, e até agradeci o "golpe", porque tudo isso junto rendeu uma história ridícula, hilária, que resolvi compartilhar hoje. 

Como diria o apresentador do Sensei, Mário Filho: OSS.