terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Nos eixos

Eu não era uma pessoa controlada financeiramente. Creio que o assunto nem seja novidade por aqui, se a memória não me prega uma peça, já tratei noutro post. 

Pois bem, como a vida ensina com uma palmatória bastante severa, entre tropeços e sobressaltos (a maioria ligados a cartão de crédito, diga-se de passagem), posso afirmar que entrei numa fase ponderada. Inclusive, quando a psicóloga me instigou a deixar de lado as "amarras" que me impediam de trocar de carro, e logo após fechar vender o antigo, cheguei a comentar com a genitora o enorme medo de não poder assumir uma prestação, sem prejuízo das contas mensais.

Para encurtar a história nesse aspecto, uma planilha no excel foi o estopim de coragem, e lá fui eu realizar um sonho. Sim, meus caros, eu jamais havia possuído um veículo zero. Aos trinta, eu consegui!!! 

Hoje, quando fui consultar o extrato da conta, fiquei orgulhosa do meu esforço. Poxa vida, eu posso me dar alguns luxos sem prejudicar o orçamento. Isso não tem preço, literalmente. Só me resta agradecer a Deus pela oportunidade, empreendendo esforços para a melhoria do que faço, continuamente. 

Inclusive, conversava com o dileto amigo Fernando no último domingo, enquanto voltávamos de uma manhã de praia regada a risadas e água-de-côco, sobre a eficácia do método de pagar tudo à vista. Cartão é ótimo, mas deve se restringir à aquisição de bens de consumo duráveis, de custo mais elevado. 

Mania besta essa "nossa" de pagar tudo com cartão, da refeição ao cinema, da gasolina às compras de supermercado.