quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Ululando

Eis-me aqui, ululando* acerca da vontade imensa de estar "na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapê", rsrsrs, em qualquer lugar que não fosse aqui, fazendo sei-lá-o-que que não fosse trabalhar, fingindo simpatia com alguns os quais eu preferia esganar!

Hoje eu não quero ser profissional: quero esquecer os diplomas e certificados, a CTPS anotada, as contas em aberto; quero fugir de compromissos, calendários, prazos, solicitações e requerimentos...

Agora, nesse exato momento, consigo visualizar a cena: desligar o netbook, pegar a bolsa, chutar uma ou outra cadeira pelo meio do caminho, abrir uma certa porta e dizer meia dúzia de verdades, sair no braço se preciso for; gritar bem alto "que se dane!" e sair, linda, leve e solta, atravessar a porta de vidro (quebrá-la, se preciso), descer e caminhar tranquilamente até o estacionamento onde está o carro.

Ai, ai, que falta faz um(a) provedor(a)/mantenedor(a), rsrsrsrs.

*ulular: soltar voz triste e lamentosa.