segunda-feira, 6 de junho de 2011

Porque não sei de nada

Definitivamente, não estou preparada para amanhã.

A minha "xará de aniversário", Adriana Pessoa, sempre faz da data um big-evento, ao qual compareço como coadjuvante, pela tradição dos bolinhos decorados por ela mesma, que são um sonho de ver, outro de comer, rsrsrs. 

Não sei se pela virada de casa decimal, mas o fato é que estou desconfortavelmente tendenciosa a me entocar. Sério, uma angústia sentou aqui do ladinho e fica sorrindo - sarcasticamente - para mim, enquanto uma espécie de "entalo" me consome. E os prazos processuais, ah!, os prazos... malditos!

Como boa geminiana que sou, a contradição de sentimentos é uma constante: ora estou animadíssima e querendo uma mega festa só para mim, cheia de surpresas maravilhosas... ora quero "Um cantinho, um violão. Este amor, uma canção. Pra fazer feliz a quem se ama. Muita calma pra pensar. E ter tempo pra sonhar*". (música de Tom Jobim, Corcovado).

Só tenho duas certezas sobre o dia 07: a primeira, o distinto não estará aqui (again); a segunda, não haverá comemorações lá em casa. Entretanto, eu quero duas coisas: um pedido de casamento (#sonharnaocustanada), e um montão de presentes e amigos presentes. Presentes ONDE, cara-pálida, você leitor poderia me perguntar... e eu respondo: SEI LÁ, aqui no trabalho, na minha hora de almoço, ou lá no L'Ô, onde a Drica vai comemorar o niver dela. A propósito, ela pede 3kg de alimentos não perecíveis.

Eu já pedi o que eu quero, rsrsrs. Se vou ganhar ou não, é outra história!