segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Amigas colegiais, casadas e mães

Já falei, noutro post, sobre as fases que a gente vai atravessando vida a fora. Pois bem, estamos atualmente entre os "casamentos" e os "nascimentos". 

Tenho pouquíssimas amigas remanescentes do colegial, nenhuma da faculdade (somente colegas). Entre aquelas, pode-se dizer que o número é 4: Fernanda, Flávia, Jennifer e Patrícia. Destas, 3 já estão casadas. Solteiras, somente Patrícia e eu. Creio que, muito em breve, serei a única a permanecer ostentando o status de solteira.

Well, vamos aos fatos. Estive nos 3 casamentos, fui madrinha de 2 deles. Chorei em todos. É absolutamente indescritível a sensação de presenciar momentos marcantes daquelas pessoas com quem você conviveu anos e anos, estudando juntas para as provas, tudo isso vestindo uniforme. (pula essa parte, porque uma das escolas tinha um uniforme de educação física a-m-a-r-e-l-o)

Uma das casadas está tentando engravidar, e por infortúnio da natureza, até o momento não conseguiu. Outra, que sequer cogitava filhos, aproveitou uma ligação que fiz, informando que havia postado a tão sonhada bolsa (que ela encomendou na Baggage em outubro, e que levou 3 meses para ficar pronta), e me disse, na lata, que estava grávida. 

***para tudo e chama a NASA***

Como eu estava esperando para atravessar uma rua movimentada, não ouvi quando ela disse "grávida". Então respondi: - Como é? 
Ela riu, e disse: - É isso mesmo, eu tô "com um 'minino' no bucho!" (imitando cearense falando - ela é carioca)

Da segunda vez, não só ouvi como gritei, aquele gritinho de felicidade. Caramba! A primeira das minhas amigas de colégio, grávida! Fiquei tão consumida com os detalhes que nem o barulho do trânsito tirou minha concentração da conversa. Claro, como sou supersticiosa, achei prudente não comentar, nem postar sobre isso. Sabe aquela coisa de "olho gordo", pois é, fiquei receosa de que algo acontecesse.

Não me perguntem como, nem por que, mas o fato é que eu tinha uma certeza inabalável de que se tratava de um menino. Noutras conversas, até dei sugestões de nomes, tipo Théo. Aliás, se um dia eu tiver um filho, esse seria o provável nome. 

Hoje, quando ela me ligou confirmando o sexo do bebê, fiquei radiante. Afinal, já chega de mulher nesse mundo, rsrsrs. O que será das minhas sobrinhas se só nascerem meninas??? Não, a elas pelo menos o direito de escolha.

Agora, estamos em busca de nomes para o meu "sobrinho". Sim, porque os filhos das amigas são sempre como da família. No meu caso, especificamente, será o primeiro "sobrinho". A Andréa tem a Júlia, a Lara é dinda do Luisinho (quase um filho, lindo por sinal!), e eu ainda tenho duas afilhadas que amo de paixão. 

[A(s) minha(s) sobrinha(s) de sangue não conta(m), pouco convivo com ela (e a que vem por aí - que será geminiana como eu, rsrsrs)].

Enfim, serei tia de verdade. Porque as amigas são como irmãs. Aliás, há uma frase que adoro desde que me entendo por gente, e desconheço a autoria: Amigos são irmãos que a gente escolhe.