sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A manicure, de carrão!

A pedidos, o post sobre a Fernanda Uchôa... Mamãe a conheceu por intermédio da esposa de um amigo do meu pai. 

[Creio nunca haver comentado no blog, mas o fato é que o meu pai tinha idolatria por reuniões de bêbados inconvenientes, e nesses encontros as esposas acabaram por se aproximar. Os casamentos se dissolveram, a amizade entre os bêbados, não. Tampouco entre as mulheres: são todas amigas, ainda hoje.]

Pois bem, mamãe e eu passamos a frequentar a casa dela, que era próxima à nossa. Naquela época, ela ainda era casada com um zero-à-esquerda. Dizia que não o deixava porque se assim procedesse, ele iria ter direito à metade de tudo que ELA havia construído com suor e labuta diária, de segunda a sábado. Sustentava a casa e o filho, enquanto ele bebia cachaça e perambulava por aí, com um emprego que mal sustentava a bebida... 

Ela podia ter-se entregue ao vício da lamentação, mas se recusou a assumir o papel de vítima. Fez inúmeros cursos de estética, e passou não só a ser manicure, mas esteticista, depiladora, e tudo o mais. Desde que a conheço, sempre teve carro próprio, boas roupas, vaidade invejável. Malha todo santo dia, 5h30. 

Colocou silicone nos seios, trocou de carro diversas vezes... cada gota de suor super bem investida. 

O casamento, como era de se esperar, terminou. Ele, claro, com chantagens e manipulações, conseguiu fazer com que ela vendesse a casa (sem nunca ter contribuído com 1 real para adquirir) e dividisse o dinheiro. Não se abateu, continuou trabalhando. Hoje, como mencionei no outro post, tem um C4 lindo de viver! Conheceu um italiano, e vive com ele. Bem amada, batalhadora, consegue manter o filho estudando Direito na UNIFOR. 

Taí um exemplo de mulher. Fez limonada e torta com os limões que a vida lhe deu.