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sábado, 19 de novembro de 2011

Os primeiros raios de sol

Quantas vezes a gente se pega questionando os desígnios de Deus em nossas vidas... e querendo apressar as coisas, pular etapas necessárias... e quanto sofrimento isso causa! Eu sou a prova em carne viva.

O fato é que esse foi um ano de grandes tormentas, grande parte delas causadas pelas minhas próprias atitudes, fruto de impaciência, falta de fé, enfim. Mas, mesmo quando tudo está perdido, sempre existe uma luz, como cantava Renato Russo.

Nesse finalzinho de ano, após 3 ou 4 consultas com a terapeuta, e muitas situações às quais reagi diferentemente do usual, começo a vislumbrar os raios de sol no meios das nuvens.

E eu tenho tanto a agradecer, a Deus, especialmente. À genitora, que me abriga ainda em casa, aos trinta e cheia de manias e reclamações. Aos amigos, que aguentaram lamúrias e tantas outras coisas, sempre dando aquela força para que eu seguisse adiante. Àqueles que torceram contra, porque de alguma forma contribuiram para que eu não desistisse assim, tão facilmente.

Em breve, espero começar a compartilhar outras boas notícias por aqui... ;)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Recado anotado ;)

Por sorte eu tenho um batalhão de seres (humanos, caninos, de outras dimensões, rsrs), ali, ao alcance do abraço, de um telefonema, enfim... compartilho com vocês um sms que acabo de receber de alguém que me quer bem:

"Tá melhor hoje? Se anime, vc não está só nessa luta, logo tua maré enche e vc passa de siri p/ lagosta. Tenha força, vc ainda vai ser muito feliz. EU SEI. Mandaram lhe dizer. Bjs."

É ou não um incentivo a sair da toca e "tocar" a vida??? E vamos que vamos, o show não pode parar.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Lanchonete nova e um crime nutricional

Se por um lado tenho cumprido a jornada de pilates com afinco e regularmente, no quesito alimentação, muitos pontos precisam de revisão urgente.

Nossa amiga Lara cismou de conhecer uma lanchonete que inaugurou na Av. Dom Luis, entre R. Frei Mansueto e R. Tibúrcio Cavalcante: The Burguers On The Table. Trata-se da evolução do que, um dia, foi um trailler, cujo cardápio e modus operandi é bastante semelhante ao Burguer King.

Pois bem, tratamos de incluir Milena na programação, e assim a quadrilha estava minimamente formada, rs. E o estrago foi grande, rs. Afinal, mulheres reunidas numa lanchonete e um sem-número de assuntos para colocar em dia, não é difícil imaginar o resultado.

Antes de confessar meus pecados capitais, vamos às observações sobre o local, o atendimento e o cardápio... bom, o lugar é pequeno, e ontem estava povoado com seres numa faixa etária barulhenta, kkkk. A decoração é clean, naquele esquema americano de mesas fixas e poltronas no lugar de cadeiras. 

O cardápio é restrito, e tem coisas que, honestamente, são uma afronta à inteligência da pessoa. Um refri custa R$ 4,00; um suco, R$ 4,50. Se você quiser substituir o refri que compõe o combo, por suco, paga um adicional deR$ 1,50. 

Isso mesmo, você não paga a diferença de R$ 0,50, mas sim o refri e um adicional. Absurdo!

Falando em combo, os preços por lá são sem noção, total! Mais caro que Burguer King e Mc Donald's. Por exemplo, o combo que pedi (Wow Chicken + batata frita + "refri") custa R$ 16,55. Como não tomo refri, paguei, indignada, o adicional de R$ 1,50 pelo suco. De polpa. Sem comentários!

Prestenção, porque ainda tem mais: não aceita cartão (nem crédito, nem débito), e não há avisos em local algum; nem na entrada, nem no caixa. A atendente que tirou o pedido na fila também não avisou. Resultado? Tivemos que ir à farmácia, que fica ao lado, para sacar $$ no caixa eletrônico.

Apesar da boa vontade de quem trabalha por lá, a fila fica enorme, o que dá uma impaciência no sujeito... Aí você escolhe, paga, e recebe um papelzinho escrito de caneta, com o número do seu pedido. Aí, senta que lá vem a história. Demora, e quando está pronto, o pessoal fica gritando para o dono do número ir até o balcão.

A despeito dos entreveros, a comida em si é muito boa. Meu sanduíche estava gostoso, a batata bem sequinha, o suco... bem, era de polpa, nada surpreendente. Agora meus caros, os molhos de lá, pelamordideus (não, eu não sou analfabeta, escrevi assim de propósito, ok?). A maionese é temperada e viciante; o molho da casa é agridoce, sem palavras para descrever a sensação. 

Pronto, agora que falei do lugar, e confessei meu crime nutricional, só tenho a dizer que adorei a noite. No dia do amigo, com duas queridonas, não tem preço!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Não costumo postar os comentários...

... mas esse, achei tão fofo, tão meigo, que resolvi compartilhar com vocês. É da Socorro, de quem ganhei o anel looooooooooooooosho, ryco, rsrsrs.

"Oh Taty, não faça assim, minha emoção é à flor da pele. Tenho certeza que o 'rapazlatinoamericano' não chegará depois, pois ele já chegou bem antes em sua vida, e permanecerá se, solamente se, para felicidade plena de suas vidas...e isto estar entregue a Deus!!!
Beeeijo, amei...adoro pessoas sensíveis iguais a vc..que descobrem o belo no universo do simples, simples? simplório, não?
Porém amizade, carinho, respeito são sentimentos nobres...que estão por trás do mimo."

quarta-feira, 4 de maio de 2011

"Amigos são irmãos que escolhemos!"

Imagem daqui

Hoje é dia de comemorar muitos natalícios, e um deles, especificamente, merece destaque... Meu amigo intelectual, graaaaaaaaande guru, olhos e ouvidos atenciosos e sempre dispostos a auxiliar, médico dedicado... avesso a ideia de um novo enlace matrimonial, rsrsrs, porém entusiasta de um "serôdio pedido" (no meu caso).

Sem falar que é o comentarista-mor deste humilde blog!

Fernando, obrigada, por tudo. E felicidades hoje, amanhã, depois, e depois, rsrsrsrs. Big beijo!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Amigas colegiais, casadas e mães

Já falei, noutro post, sobre as fases que a gente vai atravessando vida a fora. Pois bem, estamos atualmente entre os "casamentos" e os "nascimentos". 

Tenho pouquíssimas amigas remanescentes do colegial, nenhuma da faculdade (somente colegas). Entre aquelas, pode-se dizer que o número é 4: Fernanda, Flávia, Jennifer e Patrícia. Destas, 3 já estão casadas. Solteiras, somente Patrícia e eu. Creio que, muito em breve, serei a única a permanecer ostentando o status de solteira.

Well, vamos aos fatos. Estive nos 3 casamentos, fui madrinha de 2 deles. Chorei em todos. É absolutamente indescritível a sensação de presenciar momentos marcantes daquelas pessoas com quem você conviveu anos e anos, estudando juntas para as provas, tudo isso vestindo uniforme. (pula essa parte, porque uma das escolas tinha um uniforme de educação física a-m-a-r-e-l-o)

Uma das casadas está tentando engravidar, e por infortúnio da natureza, até o momento não conseguiu. Outra, que sequer cogitava filhos, aproveitou uma ligação que fiz, informando que havia postado a tão sonhada bolsa (que ela encomendou na Baggage em outubro, e que levou 3 meses para ficar pronta), e me disse, na lata, que estava grávida. 

***para tudo e chama a NASA***

Como eu estava esperando para atravessar uma rua movimentada, não ouvi quando ela disse "grávida". Então respondi: - Como é? 
Ela riu, e disse: - É isso mesmo, eu tô "com um 'minino' no bucho!" (imitando cearense falando - ela é carioca)

Da segunda vez, não só ouvi como gritei, aquele gritinho de felicidade. Caramba! A primeira das minhas amigas de colégio, grávida! Fiquei tão consumida com os detalhes que nem o barulho do trânsito tirou minha concentração da conversa. Claro, como sou supersticiosa, achei prudente não comentar, nem postar sobre isso. Sabe aquela coisa de "olho gordo", pois é, fiquei receosa de que algo acontecesse.

Não me perguntem como, nem por que, mas o fato é que eu tinha uma certeza inabalável de que se tratava de um menino. Noutras conversas, até dei sugestões de nomes, tipo Théo. Aliás, se um dia eu tiver um filho, esse seria o provável nome. 

Hoje, quando ela me ligou confirmando o sexo do bebê, fiquei radiante. Afinal, já chega de mulher nesse mundo, rsrsrs. O que será das minhas sobrinhas se só nascerem meninas??? Não, a elas pelo menos o direito de escolha.

Agora, estamos em busca de nomes para o meu "sobrinho". Sim, porque os filhos das amigas são sempre como da família. No meu caso, especificamente, será o primeiro "sobrinho". A Andréa tem a Júlia, a Lara é dinda do Luisinho (quase um filho, lindo por sinal!), e eu ainda tenho duas afilhadas que amo de paixão. 

[A(s) minha(s) sobrinha(s) de sangue não conta(m), pouco convivo com ela (e a que vem por aí - que será geminiana como eu, rsrsrs)].

Enfim, serei tia de verdade. Porque as amigas são como irmãs. Aliás, há uma frase que adoro desde que me entendo por gente, e desconheço a autoria: Amigos são irmãos que a gente escolhe.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Amizade é um amor que nunca morre*

Cada novo amigo que ganhamos no decorrer da vida aperfeiçoa-nos e enriquece-nos, não tanto pelo que nos dá, mas pelo que nos revela de nós mesmos.

A cada novo dia, percebo o quão especiais são as pessoas que Deus coloca em meu caminho. Não importa se está perto ou longe, se conversamos diariamente ou demoramos dias para trocar uma única palavra... Quando é necessário, imprescindível, cada um se apresenta, dentro das possibilidades, das limitações, da individualidade.

Houve um tempo em que a amizade era cotidiana, como escovar os dentes ou almoçar, por exemplo. Noutros, passavam-se semanas sem um único contato. Mas sabem o que é mais interessante nisso tudo? É que quando o encontro é possível, pessoal ou virtualmente (telefone, internet), parece que foi ontem a última vez.

Sei que falho muito em termos de presença, física principalmente. Mas em orações, bons pensamentos, procuro sempre fazer a minha parte. Afinal, quem tem um amigo tem tudo, e pedir bênçãos para os outros traz paz e aconchego a quem pede. 

Para você, amiga(o) que lê este post, saiba que há sempre um momento (pelo menos) no dia em que meus pensamentos e emoções estão voltados aos céus, para que você seja feliz e tenha sempre saúde. Porque você é fundamental na minha vida! Obrigada por existir!

* frase de Mário Quintana

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Anjos em forma de amigos

Milena finalmente veio passar um dia conosco. Claro, quando estávamos quase em casa, ela me pede para comprar chocolate. Bom, se o pedido não tivesse sido feito, não seria ela. Afinal, a amiga é um exemplo típico de formiga, rsrs.

Para quem pensou num pequeno exemplar, vou logo cortando o barato: ela quis 2 barras de chocolate, 1 lata de Pringles e 1 lata de beijinho Moça Fiesta. Não impedi tamanha sandice insulínica, rsrs. Há momentos na vida em que o bom mesmo é se entregar aos prazeres da gula, e ser feliz.

Almoçamos com mamãe, e o papo foi mudança, transformação. Três espíritas, duas delas em busca de paz de espírito e renovação, outra coisa não poderia estar em pauta, rsrs. O curioso é que a Milena foi uma das várias pessoas que comentaram a energia boa da mamãe. De fato, é um ser iluminado, que transmite bons fluidos através do toque (abraço, aperto de mão).

Descansamos, rimos, falamos de tudo um pouco, lamentamos alguns infortúnios, mas o que marcou nossa tarde foram dois episódios: as duas à mesa, enrolando beijinhos de coco, para comer em seguida; e a ida ao shopping, para algumas providências. Duas criaturas zanzando pelo shopping, já viram, risada na certa. 

A vida é feita de momentos bacanas assim... amizade é um negócio interessante. Não importa se são pessoas que convivem diariamente, ou mal se veem em razão das rotinas. Mas quando estão juntas, eternizam o instante, e aquilo dura para sempre. 
Imagem daqui
Deus me concedeu a graça de ter vários anjos encarnados, que gosto de denominar como "amigos". Obrigada, Milena, por ser um deles!!! ;)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pobreza de espírito

Ontem, minha querida amiga Milena entregou os pontos: pediu demissão. Ligou às 15h, com um choro tal represa, prestes a irromper. Ao me pedir para redigir a carta de demissão, chorou, soluçando. Eu, que já estava em processo de arrumar para sair, apressei as coisas e resolvi passar lá para abraçá-la, e ajudar com o necessário. 

O bom é entrar e não sentir mais nada - nem raiva, nem saudade, tudo em branco - abraçar os poucos que lá restam, e prestam, assinar alguma papelada (aka, a organização é zero! a gente sai e fica recebendo ligações porque faltou assinar isso, aquilo, precisa entregar isso, aquilo. o ó), dizer o que fazer e falar, mais beijos e abraços, e só. Bye-bye, lugar trevoso!

Um comentário da minha querida, sem maldade alguma, deu conta de que aquela pobre coitada disse, em meias palavras e alguns gestos, que eu era doida. rsrsrsrsrs. Bom, minha definição para o termo é bem diferente da empregada por ela para os fatos. 

Vamos lá, para os "se"s:
1. SE defender seu ponto de vista, às vezes de forma [necessariamente] incisiva;
2. SE dizer o que pensa sobre certas decisões e atitudes;
3. SE deixar claro que o relacionamento é estritamente profissional, e não ficar de babação e conversinha;
4. SE resolver sair, e dizer que "não tem mais nada a falar, tampouco quer ouvir";
5. SE defender os [justos] interesses dos colegas...

SE tudo isso pode ser chamado de doidice, loucura, então eu aceito a pecha de doida. Caso contrário, o que pensam de mim nunca foi, nem nunca será, problema meu.
Finalizando o assunto, só tenho a dizer que inveja, além de ser um pecado capital (segunda a Igreja Católica Apostólica Romana), ou um atraso de vida (segundo o Espiritismo), é feio pra dedéu.
E com licença, mas não troco as amizades que conquistei [e mantenho] nem por um chá-da-tarde com uma pessoa tão pequena, mesquinha, pobre de espírito e que tem uma inveja cortante de tudo que envolva amizade. Xô uruca!

domingo, 15 de agosto de 2010

Final de semana sem amado - parte 2

(continuando o post...)

Sábado é dia de acordar quando o corpo reclama... só que hoje amado me acordou, para saber como eu havia dormido...  
***pausa para um suspiro apaixonado***

Daí levantei, marquei manicure (antes mesmo de tomar café...), enchi o saco da sister para saber da continuação do filme, claro! (esclarecimento necesssário: até o horário do presente post, o maldito filme ainda não está completo! @#$%¨&*!!!)

Horas depois (por favor, não sou louca, rs), resolvi que queria mudar o layout da sala de jantar. E haja arrastar a mobília, pesadíssima por sinal. O resultado, na minha opinião, ficou ótimo. Não sei o que mamãe achou, pois não a vi hoje. Passeadeirazinha essa minha genitora... rsrs. Camila e eu tivemos de ir almoçar fora! Um peixinho bom demais da conta, por sinal.

Voltando às vacas frias... Milena queria ir ao cinema, mas acabamos desistindo da ideia por causa dos horários dos filmes em cartaz. Andrea então tem uma sacada de mestre: clube da luluzinha at home. Lara topou, Gabrielle furou. Meu amado ciente de tudo, óbvio, apoiando a minha saída, inclusive! 

Pit stop no supermercado, para comprar pão baguette, queijo suíço, patê de atum e salame, além de suco de uva e chocolate. Ahhhhhh, e uma revista Estilo, porque afinal não sou de ferro. A Andrea já havia preparado uma luxuosa bandeja de frios, e eu me aventurei num sanduba frio, receita de mamis. Suco na geladeira, e vamos ao que interessa: prosa!

Sabe o melhor disso tudo? Arestas, porventura remanescentes, foram aparadas, amizades se solidificaram, e ainda conhecemos uma nova pessoa: Karine. Sabem de uma coisa? A vida sem amizades deve ser tediosa, absurdamente sem cor. Só posso dizer que Deus foi generoso comigo, por colocar tantas pessoas bacanas na minha vida! Isso sem falar na oportunidade de rever conceitos, abrindo espaço para aproximações improváveis, que hoje caminham para amizades eternas.

Obrigada Fernanda, Flávia, Milena, Jennifer, Natália (Chagas), Natália (Costa), Thatty, Lu, Claudinha, Drica, Adriana, Lara. Andrea, Paty, Val... perdão àquelas cujos nomes não citei. Por vocês existirem, minha vida tem mais cor e música, afinal, amigos são irmãos que escolhemos ter.

Ao meu amor, cujo sono a essa altura é velado por anjos do Senhor, minha gratidão eterna, por me ajudar a ser um pouco melhor como ser humano, a cada dia. Saudade do espaço entre braço, corpo e pescoço, meu ninho, meu acalanto. (Melhor parar de escrever, senão vou chorar... rs)

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Sobre caráter


Não preciso dizer mais nada sobre caráter... só posso mesmo agradecer esse presente de Deus, essa amizade fortalecida. Como eu disse várias vezes, nós 2 somos substâncias que se encontraram, e se modificaram, criando um equilíbrio saudável.
Alessandro, obrigada por tudo!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

A flor no deserto

No meio dessa confusão toda, existem motivos para sorrir... às vezes a gente tem dificuldade de enxergar, porque foca tanto o problema que não consegue ver nada além disso.

Para mudar um pouco a linha dos últimos escritos, vou-me ater aos bons ventos dessa tempestade: minha fé, que antes oscilava em razão do cenário; e amizades que surgiram ou se consolidaram no meio dessa tormenta. 

Redefini minha relação com a espiritualidade, comecei a entender uma porção de coisas que antes não estavam bem delineadas. Hoje consigo conversar com o poder superior muito francamente, o que me leva às lágrimas em algumas ocasiões, mas usualmente me reconforta e dá forças para seguir adiante. Como aprendiz, ainda me pego questionando ou reclamando, até cobrando resultados... ninguém é perfeito né?

Sobre as amizades, compreendi a força de vários elos entrelaçados, e a quase impossibilidade de destrui-los. Fui testemunha de um pacto pelo desarmamento, rsrsrs, de onde surgiu um respeito e que agora está construindo uma amizade sólida. A ideia é fortalecer e consolidar esses laços, em encontros mensais a la Sex and the City.

 
Porque a vida pode ser difícil, mas quando temos amigas com quem contar, é possível enxergar a luz no fim do túnel.


segunda-feira, 21 de junho de 2010

Para Natália e Ronald

(I Coríntios 13:4-8) O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,
não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;
não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará.


Com essas palavras, muito do que se poderia falar sobre a forma ou o tempo do encontro de Natália e Ronald acaba perdendo o sentido, esmaecendo. Se existem pessoas que souberam esperar, que acreditaram e esperaram pelo verdadeiro amor, apesar dos pesares, dos desgostos e dissabores da vida, são esses dois...

Ok, você pode estar pensando "ah, que piegas!". Desculpe, mas é isso é a realidade, e contra fatos não há argumentos.

Vamos lá... mini retrospectiva de cada um... a Nat, hummmm... foram tantas desilusões, tantos desencantos... muito disso tudo serviu para torná-la essa mulher especial que conhecemos hoje. Claro que, em meio a isso tudo, houve uma série de coisas legais, momentos felizes, que estão guardadinhos na memória e no coração dela e de quem viveu tudo isso ao lado dela.

Já o Ronald... [pausa] A vida pregou algumas dolorosas peças: primeiro, um acidente que quase o levou embora... e depois, privou-lhe o convívio com um irmão amado. Mas ele é como o Joseph Climber: "não ficou chateado, desmotivado, muito menos perdeu a vontade de cantar uma bela canção". E quando muitos de nós certamente teria desistido, ele seguiu em frente!

E um belo dia, ele resolveu se inscrever numa comunidade (como o Orkut), cujo público é evangélico. Até aí, tudo bem, sem grandes pretenções. Mas aí... uma amiga querida disse (e insistiu) para que a Nat fizesse o mesmo. Ela relutou, mas acabou cedendo.

Eis que, noutro dia que podemos considerar abençoado, o Ronald encontrou a Natália e daí surgiu um diálogo, uma "amizade". Ele em B.H., ela em Fortal. E papo vai, papo vem, MSN, webcam (e viva a tecnologia!!!)... Plim!! Aconteceu! E no carnaval, enquanto a maioria dos brasileiros via os desfiles das escolas de samba, ou rumava às praias e carnavais de rua, o Ronald pegou um avião e veio, com a cara e a coragem, conhecer a Natália e a família dela.

Bom... vamos adiantar as coisas até a Semana Santa... agora foi a vez dela juntar mãe e irmãs, e rumar para B.H.! E lá, com as famílias devidamente apresentadas, o Ronald deu o veredito [risos, o termo foi uma piada infame em razão do fato da moça ser advogada]. Ou melhor, fez o pedido. Aliás, que pedido que nada! Esse cara foi lá e disse dia, local e hora do SIM. Tipo no faroeste!

E assim termina essa história que está apenas começando, que eu tive orgulho de acompanhar e incentivar, e da qual serei testemunha para sempre, na condição de madrinha. Que o Senhor abençoe cada dia desse casal, e faça da vida deles um mar de bençãos e glórias! Amém!

sábado, 15 de maio de 2010

Amizade e decepção

Hoje é o "dia mais feliz" para uma pessoa que conheci em 2009, e de quem me aproximei imediatamente e inseri no meu rol de amigos. Ok, fui alertada para não me precipitar, mas geralmente não dou ouvidos a isso e quase sempre me ferro, e acabo seguindo meu coração. Desprezei inclusive a hierarquia existente àquela época, e os comentários de que eu devia manter "distanciamento" dos meus liderados.

Falei o que pensava, o que sentia, dividi angústias pessoais e profissionais. Às vezes, emprestei meus ouvidos com todo carinho e atenção, dei conselhos, ajudei numa ou noutra coisinha. "Peguei corda", e acabei fazendo matrícula na academia por 1 ano, rsrs, e fiz hidro no horário de almoço. Posso dizer que essa "amizade" me fez bem. Por um certo tempo.

A verdade é que amizade se põe à prova nas dificuldades, e essa, infelizmente, parece ter sucumbido. Eu digo parece porque foi uma plantinha que deixou de receber cuidados. As coisas começaram a degringolar, e hoje estou aqui, triste e um pouco chateada, sem saber se devo ou não comparecer a esse momento único da vida dessa pessoa. Esse momento que eu, de uma mínima porçãozinha, participei com uma ideia, uma sugestão.

Já me disseram para colocar as coisas em pratos limpos, mas não creio que seja uma possibilidade. Afinal, amizade é bem diferente de coleguismo, justamente porque amigos não precisam de explicações ou justificativas. Apesar dos pesares, apesar de tudo, a amizade pode tremer, mas jamais sucumbirá. Qualquer outro tipo de envolvimento que sucumbe, nunca foi amizade.

Bom, se um dia ela puder ler isso, que saiba do meu imenso afeto, e que as minhas preces serão sempre pela "felicidade geral da nação". Pode ser que um dia a gente se entenda...