terça-feira, 22 de março de 2011

A personal trainer, e a inércia

Bom, meu mega-power-wonderful seguidor, e amigo, Fernando Cavalcanti, encurtou o caminho entre mim e uma personal trainer. Enfim, liguei, conversamos, discutimos o meu "projeto" (cabe aqui uma observação: salvo se ele tiver contado, eu não contei meu real propósito para a atividade física: o casamento. Ela sabe que não posso tê-la, nesse momento, noutra academia). 

A ideia era traçar um plano de caminhadas, para posteriormente iniciar um de corrida. SIM, corrida. Leio maravilhas sobre esse esporte, digníssimo é fissurado - diga-se de passagem, o esporte favorito dele, ao lado do jiu-jitsu, amor recente... enfim... segundo estudos, a corrida libera endorfinas e termina por "viciar" o sujeito. Eu pretendo ser viciada, e daí?

Bom, daí que o caminho até o tal vício é tortuoso... sou preguiçosa por natureza, por opção, e por um sem-número de outras razões. Se você perguntar o que passa na minha cabeça quando o relógio aponta 18h, minha resposta será: trânsito - casa - comida - banho - cama. Nunca, jamais na história de vida dessa loira que vos escreve, houve um período em que a academia estivesse romanticamente incluída no roteiro pós-18h.

Os períodos nos quais pratiquei atividade física, devo confessar, foram quase sempre na companhia de amigas que me arrastavam, rsrsrs. Shame on me

Agora, todas as esperanças estão voltadas para as habilidades da Renata... se ela vai conseguir incutir em mim essa "doença" por movimento. Creio que, para gente como eu, ela deva administrar técnicas de persuasão. Aliás, in Renata we trust!

PS: preciso convencer o distinto a pagar metade dos honorários da educadora. Como ele é "parte interessada", há de auxiliar financeiramente. rsrsrsrs