sexta-feira, 4 de março de 2011

Bom senso, RIP!

Ontem estava procurando um e-mail com a senha do programa Smiles, na minha conta do Yahoo. Como a ferramenta de busca não era lá essas coisas (desculpa aí Yahoo, Hotmail e afins, o pessoal do Google faz isso infinitamente melhor e mais prático), acabei encontrando um super-mega atual... continha uma apresentação do powerpoint denominada "o enterro do bom senso". Ao abrir, revi um texto coerente, que retrara a realidade em "parábola".

Em suma: trata-se de um convite para enterro. Menciona que não é possível determinar a idade do falecido, mas que deveria ter bastante idade e vivera muito tempo entre as pessoas. Fala das lições de vida (gastar menos do que se ganha, por exemplo)... e diz as causas que levaram ao seu perecimento: crianças cheias de vontades; pais que questionam os métodos aplicados aos estudantes pelos mestres (não falo aqui de violência); criminosos cheios de direitos em detrimento de vítimas sem qualquer um; entre outros. 

Fala de outras mortes que precederam à dele: verdade e confiança, discrição, responsabilidade e justiça. E alerta para falsos irmãos: "eu conheço os meus direitos e também os adquiridos", "a culpa não é minha" e o pior de todos, "sou uma vítima da sociedade". 

Com pesar, conclui dizendo que certamente haverá poucos comparecimentos, visto que o bom senso não era muito conhecido na atualidade. 

De fato, o nosso estimado bom senso, se ainda estiver vivo por aí, deve estar na UTI, respirando com ajuda de aparelhos. Todo dia, toda hora, sofre ataques generalizados... nas relações no trânsito, na tal "Lei do Gerson", nas milhares de ações com pedidos de reparação de danos (morais), nos relacionamentos interpessoais (principalmente naqueles onde há sentimento, vínculo). Ah! na programação da tv, aí sim, os ataques são implacáveis. Vide audiência do BBB. Preciso argumentar algo mais???