domingo, 30 de janeiro de 2011

Resgatando o Santo

Não é de hoje que sou alvo de piadas relacionadas à vontade/necessidade/desejo/obsessão por casamento. E, claro, jovens à beira do precipício do desespero (oi? eu!) atraem amigas e parentes, que por sua vez recorrem a Santo Antônio. Atire a primeira pedra quem nunca aconselhou alguém na mesma situação que eu a buscar ajuda do tal santo.

Pois bem. Um ano antes de conhecer o digníssimo, Fernandinha e eu decidimos que era hora de adotar medidas drásticas. Cada uma deu à outra um mini exemplar do casamenteiro. Lógico, fizemos o kit completo, com direito a comparecimento à missa no dia dedicado a ele. 

No ano seguinte, já com os respectivos namorados, fomos novamente à missa. Para agradecer, claro. Naquela época casar nem fazia parte dos planos. Era tudo muito recente. Algum tempo depois, não muito, a amiga sofreu uma imensa e inenarrável decepção com o cara. Muitos calmantes e noites mal dormidas depois, ela decidiu se fechar para os romances.

Só que essa mesma Fernandinha casou em 12 de janeiro último, rsrsrs. E eu, bom, o namorado continua o mesmo, mas o casamento... well...

Em dezembro, a Lara me deu outro exemplar de Santo Antônio. Após uma curta temporada sobre a escrivaninha do quarto, e em decorrência das revoltas havidas em mim entre Natal e Ano Novo, os dois exemplares foram parar no armário do banheiro, e de cabeça para baixo. Ok, eu sei, sou cruel e desumana, com crises de idiotice e imbecilidade agudas. 

Daí hoje levei um pito. hahahahahaha, é sério. O "recadinho" que recebi foi para resgatar os santinhos e dar fim nessa ideia de que a tortura solucionaria o caso. 

Pois bem, licencinha aí meus caros, preciso concluir essa missão. Afinal, quem quer um Santo revoltado, ainda mais  o casamenteiro??? Eu hein! Isola!!!