terça-feira, 25 de maio de 2010

Caminho espiritualista

O nosso caminho é ladrilhado pelas escolhas que fazemos todos os dias. Se há pedras, certamente fomos nós que, em algum momento, atiramos sem dar muita importância. Se há flores, é porque por onde já passamos deixamos nosso rastro plantadinho, e que hoje colore nosso passado.

Dito isso, explico que passei a enxergar as coisas sob essa perspectiva após uma experiência espiritualista bem curiosa. Não descerei a detalhes, não é o propósito. O fato é que acabei indo ao encontro de um médium, cujo guia já havia predito à mamãe que chegaria a hora.

(Em tempo: nada acontece por acaso, então no domingo houve um comentário dela sobre a necessidade que ELA tinha de retornar lá. Dessa vez, por impulso, disse que iria com ela, e não houve contra-argumentação. Detalhe: eu não sabia do que ele havia falado sobre a minha ida, porque ela achou prudente não comentar, para não sugestionar.)

Fui com minha irmã ao aeroporto, buscar mamãe, e de lá iniciamos a jornada rumo ao centro. Só que a mamãe não fazia ideia do caminho (e olhe que já havia ido umas 4 ou 5 vezes). Mas eu segui minha intuição, perguntei em alguns postos (frentistas são péssimos instrutores, diga-se de passagem) e fui. Chegamos, não me pergunte como. Só sei que fui "guiada".

O que ouvi foi incrível, aliás tudo foi uma experiência inexplicável. Próxima segunda estarei lá novamente, para fechar esse "ciclo".

E é isso... eu deixei de jogar pedras no caminho futuro e passei a prestar atenção nas sementinhas que podia deixar no caminho que tenho trilhado. É realmente um novo e maravilhoso ciclo de vida, aos quase 29.