terça-feira, 5 de julho de 2011

Eu não sou a mesma, nada permanece do jeito

"O mesmo homem nunca se banha duas vezes na água do mesmo rio, porque nunca é o mesmo homem e nunca é o mesmo rio
Heráclito

Eis-me aqui, novamente, ao hotel em Araripina. Quando estive em abril, eu estava de corpo; a alma ficara em Fortaleza, refazendo-se do luto daquele fim. O blog,  a ida à igreja, as audiências, o carinho do meu leitor e comentarista-mor, enfim... muita coisa ajudou.

De volta, percebo que nada está como naqueles dias. Ah, sim, o fato de não haver refeições (almoço e jantar) se mantem, rsrsrs. Pois bem, a cidade tem novas nuances, a cada vez que venho. Eu também não me mantive, sou uma série de mudanças, ambulantes.

Caminhando pelos arredores, vi coisas que não havia percebido anteriormente; estava trancafiada na minha dor, empenhada em colar os cacos. Agora, enquanto escrevo, recebo sms's do meu querido e amado rapaz latino-americano. E o meu coração está em paz; saudoso, mas em paz.

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