quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O livro, as emoções liquidificadas e os agradecimentos

Recebi hoje um email da organizadora do livro, informando que a partir de amanhã, 09/11, os exemplares destinados às co-autoras estarão disponíveis. 

Bom, duvido que quem lê o blog não saiba que estou falando do livro para o qual contribuí com um texto, e será lançado oficialmente durante a Bienal Internacional do livro, no próximo dia 17/11. Semana que vem, a semana do lançamento, detalharei mais sobre local e horário.

O objetivo desse post, na realidade, é compartilhar o turbilhão de sentimentos aqui dentro. Sim, é um único capítulo, algumas páginas... mas é meu, eu escrevi e tenho muito orgulho disso. É a concretização de um desejo, um sonho. É o primeiro passo, quem sabe, rumo ao que amo fazer de verdade nessa vida: escrever.

Inicialmente, quando meu amigo-incentivador-leitor-e-crítico Fernando Cavalcante me falou do projeto, senti uma mistura de euforia e medo; primeiro pela oportunidade, e segundo por medo da crítica. Uma coisa é blogar, outra é submeter seu texto a outrem, para avaliação lato sensu. Como estávamos na Zug, o assunto rendeu ali e passou.

Dias depois, um email atiça e resolvo embarcar... por que não? Texto pronto em meia hora, coração pulsando à boca, crivo inicial do dileto amigo, com palavras encorajadoras... enviado e selecionado! 

Sem medo de ser julgada vaidosa ou infantil, tenho a dizer que esse filho - esse capítulo - é um imenso motivo de felicidade. Pouco importa se somos 34 autoras, que dividirão os louros (?), ou que a organizadora é que vai brilhar tal como os vocalistas das bandas... 

Queria inclusive antecipar meus agradecimentos... 
  • ao Fernando, por ter me dito uma vez "você é escritora", compartilhar seus exímios textos e revisar os meus; 
  • à mamãe, por criticar a minha exposição no blog e com isso me fazer cautelosa, sem mencionar a satisfação dela quando falei da seleção e da publicação; 
  • ao João, por não ter medo das consequências do que está escrito no livro, no blog e nas redes sociais, por encorajar e ter orgulho de namorar uma blogueira-pretensa-escritora; 
  • às amigas que lêem, riem, e mesmo distantes dão suporte a tudo isso...
E, vou logo avisando, não sei se vou ter coragem suficiente para autografar. Só de pensar nisso, morro por dentro!