segunda-feira, 19 de julho de 2010

Cedo ou tarde, a mudança chega!

Ontem, domingo, uma chama de esperança foi acesa no final desse túnel que parecia tão comprido, tão escuro, e do qual eu não conseguia sair. A fé de que dias melhores virão foi confirmada, e a proteção que há tempos eu pedia em orações me foi confirmada.

Nunca o lema orai e vigiai fez tanto sentido. Como não tenho vivido de outra forma, a não ser orando e vigiando, fui instruída a continuar agindo assim, e que o respeito das pessoas da sala de jantar por nós seria restaurado. 

Outra confirmação foi a de que esse tempo está chegando ao fim. Obviamente, os prazos espirituais são bem distintos dos nossos, terrenos. Mas só de saber que esse sofrimento mudou minha forma de encarar as coisas, e está próximo do fim, meu coração se enche de esperanças.

Como eu já disse em inúmeras oportunidades: que Deus permita que eu nem veja, nem tome conhecimento da derrocada, para que não surja em mim o ímpeto de comemorar, de me sentir vingada. Não preciso disso, não quero isso.

"Deixe-me ir, preciso andar, vou por aí a procurar, rir pra não chorar... Quero assistir ao sol nascer, ver as águas dos rios correr, ouvir os pássaros cantar... Eu quero nascer, quero viver... Deixe-me ir, preciso andar..." (Marisa Monte).