terça-feira, 18 de setembro de 2012

Dorme, acorda, trabalha

Ok, não acordo animada e isso nem é mais novidade (nem para o namorado, né amor?). Só que há dias em que o negócio fica trevoso... hoje foi um deles.

Eis que esqueço dentro da bolsa a porcaria do celular que desperta... acordo 5h30 com um barulhinho lááááááá longe, e o cérebro capta a mensagem, liga o piloto-automático para ordenar que o corpo preguiçoso levante, pegue o celular e acione o modo "soneca". 

Deito de novo, e quem me acorda? Uma barata. Obrigada, querida Cláudia (a doméstica) por encostar a cama na parede e me permitir desfrutar de experiências desagradáveis.

Refeita do susto (ou quase), rolei para o lado oposto e segui dormindo. Dez minutos fazem uma falta imensa quando o assunto é sono!!! Até que, vencida pelas adversidades, levantei. 

Não obstante o trauma, um aborrecimento (melhor dizendo, dois) no café da manhã, e parto para o trabalho. Depois do frete habitual (a.k.a deixar a Camila no trabalho), segui a rota e o que começa a tocar no rádio? Paralamas, Capitão de Indústria:

Eu às vezes fico a pensar
Em outra vida ou lugar
Estou cansado demais
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
É quando eu me encontro perdido
Nas coisas que eu criei
E eu não sei
Eu não vejo além da fumaça
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Eu acordo p'rá trabalhar
Eu durmo p'rá trabalhar
Eu corro p'rá trabalhar
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
Eu não vejo além da fumaça que
Passa
E polui o ar
Eu nada sei
Eu não vejo além disso tudo
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas


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