segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

"Eu não vim até aqui para desistir agora"

Imagem daqui
"Quando você decidiu que uma coisa tem que ser feita, e a está fazendo, nunca evite de ser visto fazendo-a, mesmo que uma multidão possa provavelmente julgá-la inapropriada. Pois se você não está agindo corretamente, evite o ato em si; se estiver agindo corretamente, no entanto, porque temer a censura errada?" (Epicteto)

Tivemos um ano em que os alertas foram muitos, e ignorados, daí a necessidade de posicionamentos mais claros de nossa parte, com cada vez menos espaço para interpretações flexíveis. Em 2014, não haverá mais gentileza, sutileza ou omissão diante de certos acontecimentos, porque as premissas já se delinearam da segunda quinzena de dezembro, e a tendência é um rigorismo ainda maior. Já chega de ser idiota, chega de via de mão única. 

A despeito da inexistência [física] de uma demarcação, o bom senso alertava em linhas pretas e amarelas. A violação dos limites, o ato de burlar as regras de conduta, geram consequências. E seguirão gerando.

"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das conseqüências." (Pablo Neruda)