Mostrando postagens com marcador sonhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sonhos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Não existem coincidências

Algumas coisas curiosam acontecem de vez em quando... bom, não existem coincidências, portanto, creio que sejam umas espécies de "avisos do Universo", rs. 

Acordei com a música "2345678", do Gabriel O Pensador, na cabeça; deve ser porque, há dias, recebi um e-mail falando da sutileza dessa letra, em comparação aos funks, músicas baianas e de forró atuais. [pausa para uma ida ao toilette, para vomitar - odeio os três "gêneros", i'm sorry]. 

Quando quase terminei de tomar café, [sim, porque eu dou uma pausa entre os últimos goles da xícara (acompanhados de cápsulas de ômega 3 e LipoSolution)], a genitora-tagarela-matinal (Deus abençoe tanta energia e capacidade de raciocínio às 6h40 todo dia), enquanto eu preparava os lanchinhos do dia, perguntou se eu havia comprado os potinhos de temperos (todos preto-e-branco) que ela viu na revista da Tupperware. As conexões cerebrais limitaram-se a formular um simples "não", em resposta.

Bom, só para você, leitor, não ter certeza de que sou maluca pensar que não escrevo coisas conexas, a música que mencionei no início do post tocou no rádio às 7h55. 

Continuando... Verificando e-mail, todos os sites de compras (Submarino & afins) parecem conspirar para que eu substitua (?) os jogos de cama, mesa e banho. Já os de compra coletiva jogam iscas de aparelhos com sistema Android, e uma geladeirinha so cute, que eu namoro há tempos, mas não tive coragem de comprar.

É... parece que a conspiração tem o propósito de, ou me quebrar, ou me enlouquecer. Nem sei se quero, efetivamente, descobrir a opção correta.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Somewhere over the rainbow

A tradução de uma música bem bonita, cuja letra tem um significado todo especial para esse momento da minha vida:


Em Algum Lugar Além do Arco-íris

Em algum lugar além do arco-íris
Bem lá no alto
E os sonhos
Que você sonhou
Se tornaram uma canção de ninar

Em algum lugar além do arco-íris
Os pássaros azuis voam
E os sonhos
Que você sonhou
Se tornam realidade

Algum dia
Eu queria que uma estrela
Atendesse meu pedido
Me levando para o além das nuvens
Deixando tudo para trás
Onde os problemas derretem
Como balas de limão
No topo das chaminés
É onde você vai me encontrar

Em algum lugar além do arco-íris
Os pássaros azuis voam
E os sonhos
Que você ousou
Oh, porque, oh porque eu não posso?

Bem, eu vejo
O verde das árvores
E rosas vermelhas também
Eu verei elas florescerem
Para nós
E eu penso comigo
Que mundo maravilhoso!

Bem, eu vejo
Céu azul
E nuvens brancas
O brilho do dia
Eu gosto do escuro
E penso comigo
Que mundo maravilhoso!

As cores do arco-íris
Tão lindas no céu
Estão também nos rostos
Das pessoas caminhando
Eu vejo amigos de mãos dadas
Dizendo: como você vai?
Eles realmente dizem
Eu amo você

Eu ouço bebês chorando
Eu vejo eles crescendo
Eles aprenderão mais
Do que realmente sabem
E eu penso comigo
Que mundo maravilhoso!

Algum dia
Eu queria que uma estrela
Atendesse meu pedido
Me levando para o além das nuvens
Deixando tudo para trás
Onde os problemas derretem
Como balas de limão
No topo das chaminés
É onde você vai me encontrar

Em algum lugar além do arco-íris
Bem lá em cima,
E os sonhos
Que você ousou
Oh, porque, oh porque eu não posso?

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Contendo o lado Darth Vaden

Tenho tido sonhos mega esquisitos, e comecei a ter um receiozinho básico de que as minhas tendências DarthVadenianas estão querendo escapar da clausura imposta pela minha outra face, a doce e delicada. Sim! porque os geminianos são mel e fel, coexistindo de forma (quase) pacífica num mesmo ser.

Eis que no sonho de ontem, 5h da manhã (huahuahuahua, agora comecei a ter sonhos diurnos, pré-alarme), eu abocanhava sem pena um bracinho roliço, e por pouco não arrancava um belo naco. Acordei sentindo a textura da carne nos dentes, e o gosto de sangue na boca. Essa abominável sensação persistiu até meados da manhã, e passou como chegou... do nada!

O bom foi recordar claramente do cônjuge da criatura atacada dizendo vamos embora, sair de perto dessa selvagem. Ora, ora, e não foi um ato primitivo? E eu me pergunto: por que razão um resgate tão cheio de complicações? Afinal, se estamos convivendo com familiares (sim, a criatura atacada em questão tem o mesmo sangue e sobrenome) para expiar falhas, o negócio entre nós dois tá beeeeeeeeeeeem longe de se resolver, para desespero da genitora, obviamente.

O fato é que esses instintos neandertais fazem parte da nossa essência, só que ficam contidos por questões culturais, sociais, familiares, etc. Em situações-limite, ressurgem, e a gente fica p-a-s-s-a-d-a com a fúria que vive a maior parte do tempo bem escondidinha dentro de nós.

Nunca neguei meu lado B (de fúria incontrolável e capacidade de arrancar com alicate cego as unhas de um ser odiado), porque já dei vazão a ele uma centena de vezes, e na maioria delas me dei mal pra caramba. Acredito que grande parte dos criminosos (certamente os passionais) devem ao seu lado DarthVadeniano os "créditos"pela atrocidades.

Acho que a solução para manter o lado B escondido é ter consciência plena dos próprios limites, e jamais, jamais subestimar a capacidade de ações absurdas guiadas pela fúria. Afinal, baby, advogado criminalista custa caro, caríssimo, e nem sempre é eficiente, rsrsrs.